DERROTA PARA ACABAR COM O OBA-OBA!
O Galo perdeu para o Figueirense, no sábado, no finzinho do jogo, com um gol decorrente da desatenção dos defensores.
Um drible em Bernard, outro em Triguinho, um cruzamento, confusão na área e o gol da virada do Figueirense. Antes disso, Renan Ribeiro engoliu um frango memorável.
Resultado!? Uma derrota num momento complicado do campeonato, parando a reação do time rumo à garantia antecipada da permanência na Série A.
Mas isso foi, apenas, o resultado da proposta que o Galo apresentou no segundo tempo: o de se defender a qualquer custo, a fim de segurar o 1x0 do primeiro tempo, pois, nem mesmo as alterações realizadas por Cuca, que supostamente serviriam para dar maior força ofensiva ao time, foram suficientes para mudar o panorama do segundo tempo, de muita pressão do time adversário, de grande disciplina tática, culminando com a velha máxima do futebol: quem não faz, leva…
O frangaço de Renan Ribeiro, visivelmente, derrubou o ânimo dos jogadores. É complicado explicar como isso ainda acontece, nessa altura do campeonato, e da vida profissional do atleta. A mesma coisa em relação aos demais atletas, que se abatem facilmente, mesmo com exemplos de reversão de placares mais adversos que esse.
Mas ainda não é o momento de criticá-los, com ou sem razão, ou cobrá-los de forma mais veemente, diante de nossa atual situação.
O momento é de apoio incondicional, como aconteceu em todos os últimos jogos, dentro ou fora da Arena do Jacaré, o que irá ocorrer na próxima quinta-feira, contra o Coxa, já que todos os ingressos já foram vendidos.
Coxa, aliás, que sapecou um 2x0 no Flamengo nesse fim de semana, se apresentando como (mais um) forte candidato a uma vaga na Libertadores, o que traz a expectativa de mais um jogo difícil, assim como foram Santos, Palmeiras e Grêmio, jogos em que o Galo venceu, mas que não deixaram de ter sua dose de suspense e aflição…
Coritiba que, no primeiro turno, nos venceu com um impiedoso 3x0, já sob o comando de Cuca. O retrospecto, portanto, não é dos melhores, e que já é suficiente para causar calafrios mesmo ao atleticano mais otimista.
Mas, daquele jogo para esse, a diferença é gritante! A escalação daquela partida (Renan Ribeiro, Serginho, Werley, Réver e Guilherme Santos; Toró, Fillipe Soutto (Wesley) Richarlyson, Bernard e Caio (Neto Berola); André (Guilherme), é de infartar qualquer torcedor, e nem se compara com a provável escalção de quinta (Renan Ribeiro, Serginho, Leo Silva, Réver e Triguinho; Pierre, Fillipe Soutto, Bernard, Daniel Carvalho; Neto Berola e André), que tem muito mais qualidade, interesse, disposição e entrosamento.
Acredito numa vitória do Galo, difícil como sempre, como tem sido a nossa sina, nos últimos 20 anos.
Que essa derrota para o Figueirense tenha sido a derrota errada no momento certo, para por fim no oba-oba que estava se transformando nossa luta particular contra o rebaixamento, e que sirva de lição para mostrar que na nossa condição não tem jogo fácil, que não somos os bam-bam-bans da bola e que temos que ter atenção e vontade de vencer 100% do tempo, coisa que não houve, efetivamente, na última partida, pois só assim conseguiremos alcançar o paraíso da Série A em 2012.
A GaloKombi acredita na continuidade da reação.
Enviado da Kombi











